De acordo com a Statista, a indústria global da beleza gerará uma receita de US$ 646 bilhões em 2024.
Nesse valor, os EUA terão cerca de um sexto da participação total, ou seja, US$ 100,30 bilhões.
Além disso, a participação do comércio eletrônico nas vendas brutas ultrapassa 35% nesse nicho, cuja projeção é de que alcance US$ 339 bilhões até 2029.
O Alibaba tem sido a opção preferida, liderando o setor de saúde, beleza e cuidados pessoais com US$ 60 bilhões em vendas, e espera-se que esse valor dobre até 2027.
De acordo com a Grand View Research, estima-se que o nicho cresça anualmente em uma CAGR de 7,7% no período de projeção de 2023-2030.
De acordo com um relatório da McKinsey, o consumo de produtos de beleza premium deve crescer a uma taxa anual de 8% entre 2022 e 2027.
Essas estatísticas revelam um setor que está indo bem e continuará assim no futuro. Devido a esse crescimento, o setor continua atraindo novas marcas e varejistas, tornando-se um ecossistema próspero de demanda e oferta robustas.
Por que a indústria de beleza e cosméticos está crescendo? Apesar da desaceleração econômica global, os gastos dos consumidores com produtos desse nicho aumentaram. O setor vem ganhando impulso com base em alguns fatores cruciais. Alguns deles são os seguintes:
Produtos sustentáveis, veganos e orgânicos nesse nicho estimularam uma demanda maior do consumidor.
Da mesma forma, um foco maior no autocuidado, catalisado pela conscientização sobre bem-estar pós-pandemia, está estimulando as vendas de produtos com ingredientes probióticos, ayurvédicos ou auto ingestíveis.